07 junho 2013

Curso Completo de Violão e Guitarra - Aprenda a tocar em poucos dias!

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CURSO DE VIOLÃO (1 Módulo com 285 páginas coloridas, contendo todas as informações e aulas necessárias para você aprender a tocar rapidamente) – Nível Básico e Intermediário
CURSO PRÁTICO DE GUITARRA (1 módulo de Teoria e Pratica de Guitarra com exercícios para você se transformar em uma fera no assunto)
APOSTILA DE GUITARRA (Técnicas e exercicios de nível intermediário)
CURSO DE TEORIA MUSICAL (Apostila com explicações passo a passo)
APOSTILA TEÓRICA E PRÁTICA PARA VIOLÃO, GUITARRA, BAIXO, BATERIA E GAITA (Módulo apostilado contendo explicações teóricas e práticas)
APOSTILA DE VIOLÃO - NOÇÕES BÁSICAS (Apostila prática com explicações sobre ritmos, tablaturas, efeitos, acordes e outros assuntos que fazem parte do vocabulário básico de todo instrumentista).
TEORIA MUSICAL PARA INICIANTES (Módulo apostilado com explicações e exercicios)
O BÁSICO DA TEORIA MUSICAL (Apostila com os assuntos que você precisa saber para ler partituras).
PÁGINAS PARA EXERCÍCIOS E ANOTAÇÕES MUSICAIS (Vários modelos com tablaturas, partituras e acordes em branco para o aluno imprimir e utilizar em exercicios e anotações)
2000 TABLATURAS PARA EXERCICIOS 
VÍDEO AULAS SELECIONADAS (ÁREA VIP)
57 AULAS GRAVADAS COM EXPLICAÇÕES PASSO A PASSO
AFINADORES (2 Afinadores virtuais para você afinar o seu instrumento, utilizando o seu PC) 
LIVRO DE REPERTÓRIO MUSICAL
METRÔNOMO VIRTUAL 
DICIONÁRIO DE ACORDES
EDITOR DE TABLATURAS
EXERCÍCIOS MUSICAIS CIFRADOS
SENHA DO SUPORTE PROFESSOR ON-LINE
SENHA DO FÓRUM ÁREA VIP ARTMAIA
CARTEIRA DE ESTUDANTE
CERTIFICADO DE CONCLUSÃO
  Nossos alunos recebem também uma senha de acesso a exclusiva ÁREA VIP ARTMAIA, onde disponibilizamos um grande material de apoio aos estudos, como vídeos, exercícios, etc..

Veja abaixo o programa de aulas do curso:
O Principiante / O violão / A Guitarra / As cordas / O agudo e o grave / A mão direita / A mão esquerda / Exercícios / Escalas e notas musicais / Acordes / Cifras / O tom maior e o tom menor / Anatomia do Violão / Cuidados com o instrumento/ A postura / Técnicas da mão esquerda/ A palheta/ Como usar a palheta / Os acordes básicos / Tipos de palhetas/ Exercícios para a mão direita / Exercícios com palheta/ Exercícios para a mão esquerda/ Ritmos/ A Pestana/ Acordes com pestana /Efeitos eletrônicos / Anatomia da guitarra / Os captadores / Afinação / Solos práticos / Os tons e os semitons / localização das notas no braço do instrumento / Conceitos básicos sobre a música/ O acompanhamento/ O sustenido/ O bemol/ A escala diatônica/ A escala cromática/ Os ritmos mais usados/ Seqüências rítmicas/ Os graus da escala/ A teoria dos três acordes/ Tablaturas/ Os acordes na tablatura/ O dedilhado na tablatura/ As dúvidas mais comuns/ Como trocar as cordas/ Como melhorar a ação das cordas/ Escalas/ Entendendo as escalas maiores/ Construindo as escalas maiores/ Cromatismo/ Exercícios de cromagem / O mapa das notas/ Como obter notas oitavadas/ Transportando acordes com pestana/ Exercícios de prática de escalas/ A teoria da construção dos acordes/ Músicas cifradas/ Transporte de tonalidade/ Progressão de acordes/ Intervalos/ Classificação e análise dos intervalos/ Intervalos compostos/ Escala menor natural/ Tríades/ estudando a construção de tríades/ Padrões de dedilhados/ Seqüências dedilhadas/ Acordes relativos/ Notas enarmônicas/ Ritmos Brasileiros/ Trocando as cordas da Guitarra/ Técnicas de Solo/ Hammer-on/ Pull off/ Bend/ Slide/ Dicas, exercícios e tablaturas/ Curiosidades musicais/ O tom de uma música/ Os acordes principais de um tom/ Pequeno dicionário de acordes/ Padrões rítmicos/ Dedilhados e levadas/Tríades / Escalas / Campo Harmônico / Harmonização / Inversões / Digitações / Padrões Melódicos / Padrões rítmicos / Princípios de harmonia / Formação de Acordes / Acordes Dissonantes / Estilos musicais / Como tocar Intervalos / Como ler e entender as partituras / Exercícios e Dicas / Variações do bordão / Ritmos e acompanhamento / Técnicas instrumentais / Escalas Pentatônicas / Músicas e Tablaturas / Substituição de Acordes, Improvisos, etc…
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04 junho 2013

Curso de violão e guitarra - Como classificar os intervalos


  Chama-se intervalo a diferença em altura entre duas notas musicais. O intervalo é o mesmo tanto quando as notas soam juntas (intervalo harmônico) como quando soam uma após outra (intervalo melódico). Os intervalos no caso de duas notas com a mesma altura são chamados de uníssonos. No caso de duas notas com uma oitava de distancia são chamados de oitavas. Os intervalos podem ser identificados por sua posição na escala diatônica. O mais fundamental de todos os intervalos é o de oitava; ele determina a primeira e a ultima nota da escala.

  Todos os outros intervalos são então, nomeados de acordo com sua distancia da primeira nota da escala. São chamados então, de segundas, terças, quartas, quintas, sextas e sétimas.  Esse sistema cobre as oito notas da escala maior diatônica (incluindo a oitava). A oitava é dividida em doze semitons produzindo treze notas diferentes incluindo a oitava. Há um sistema que define cada intervalo como sendo justo, maior, menor, aumentado e diminuto.

         Entre os intervalos diatônicos o termo justo aplica-se á quarta, á quinta e a oitava. Os intervalos de segunda, terça, sexta e sétima podem ser tanto maiores como menores. O intervalo formado entre a tônica e a nota situada entre a quarta e a quinta pode ser chamado tanto de quarta aumentada como de quinta diminuta.


CLASSIFICAÇÃO DOS INTERVALOS

Os intervalos são assim classificados:

Quando abaixado em um semitom (1 casa), um intervalo maior torna-se menor.

Quando elevado em um semitom (1 casa), um intervalo menor torna-se maior.

Quando elevado em um semitom (1 casa), um intervalo maior torna-se aumentado.

Quando abaixado em um semitom (1 casa), um intervalo menor torna-se diminuto.

Quando elevado em um semitom (1 casa), um intervalo justo torna-se aumentado.

Quando abaixado em um semitom (1 casa), um intervalo justo torna-se diminuto.


16 maio 2013

Curso de Violão e Guitarra - Como prender as notas


Adquirir hábitos corretos ao apertar as cordas contra os trastes é importante. Ao prender uma nota, a ponta do dedo deve ficar logo atrás ou depois do traste. Se você apertar distante dele, a corda deverá trastejar, isto é, emitir zumbidos ou ruídos, se apertá-la bem sobre o traste, a corda soará abafada. É comum em iniciantes na prática de violão ou guitarra, silenciar sem querer outras cordas além das que se prendem. Isso é evitado mantendo os dedos na posição mais vertical possível.


08 maio 2013

Aulas de Violão e Guitarra - Escalas e Modos Gregos


Introdução

Para completo entendimento desse assunto é necessário que os desenhos dos Modos Gregos e Pentatônicas, estejam bem decorados, por isso, treine bastante as escalas até que estejam perfeitamente memorizadas. Nessa seção iremos abordar sobre vários assuntos relacionados às escalas, tentarei descomplicar o estudo, você aprenderá a entender as escalas e aplica-las baseando-se no campo harmônico. Darei varias dicas importantes, assim como explicações esclarecedoras, mas vale salientar que é muito importante a completa memorização dos desenhos, pois agora estamos entrando em um estudo mais avançado.

Explicação

É muito importante, antes de nos aprofundarmos no assunto, esclarecermos certos pontos relacionados às escalas. Os Modos Gregos são compostos de 5 desenhos, mas na verdade são 7 escalas, pois Lôcrio/Jônio e Frígio/Lídio na verdade são 2 escalas "embutidas" em 1 desenho.

As escalas estão escritas no que eu chamo de posição natural, onde você estará tocando somente notas naturais, ou seja, sem “Sustenidos’ e “Bemóis”, essa vai ser nossa área de estudo”. Cada escala corresponde a uma nota tônica, vamos a elas:

MIXOLÍDIO: G
EÓLIA: A
LÔCRIO: B
JÔNIO: C
DÓRICO: D
FRÍGIO: E
LÍDIO: F

Veja porquê Lôcrio/Jônio e Frígio/Lídio são formados por um desenho mas na verdade são, na teoria, escalas diferentes, Lôcrio/Jônio são correspondentes as escalas de B/C, notas que você anda ½ tom, assim como o FrÍgio/Lídio correspondem a E/F notas que também andam ½ tom. Agora vamos descomplicar o pensamento em relação as escalas! Todos os modos são formados pelas mesmas notas, sendo, por exemplo, a escala Mixolidio formada pelas notas:

G/A/B/C/D/E/F/G/ETC

E a Eólia formada pelas notas:

A/B/C/D/E/F/G/ETC

E assim por diante, as únicas coisas que mudam de uma escala para outra são: o desenho, e a nota de saída da escala, sendo o desenvolvimento dela igual em todas as outras escalas. Se todas as escalas têm as mesmas notas, elas seriam iguais então? Na teoria não, mas na pratica sim! Todas elas têm a mesma importância, em um solo todas elas podem ser encaixadas perfeitamente, porque como vimos, em matéria de notas, não há diferença entre elas.

É muito importante deixar isso bem claro, porque muitos alunos tinham uma visão burocrática da escala, por exemplo, sobre escala maior e escala menor. Na verdade, na pratica não existe escala maior ou menor, ora todas as escalas são iguais, porque haveria de existir escala maior ou menor, o quê na verdade seria correto dizer é que existe escala com desenho maior e desenho menor.
Note que todas os desenhos se encaixam entre si, a ideia seria; onde termina uma escala já é o começo da outra, então elas têm uma sequencia lógica, o que é claro, facilita o estudo de visualização. No assunto campo harmônico foi dito que escalas e acordes estão juntos, embutidos em uma coisa só, por exemplo, a escala Eólia começa em A; que acorde, maior ou menor casaria com a escala?

A ou Am? Visualizando, você verá que é o Am porque não há "sustenidos" nesse acorde, portanto a Eólia têm um desenho menor, mas isso não quer dizer que é uma escala menor porque na Jônio por exemplo, se encaixa um acorde de C, então ela seria uma escala com desenho maior, mas na Eólia, assim como na Jônio, nós temos as mesmas notas, então não há diferença em nenhuma das duas, você poderá usar qualquer escala, em qualquer base, é claro com certos critérios que serão citados aqui. No campo harmônico os graus são relacionados às escalas sendo:

Primeiro grau: Jônio
Segundo grau: Dórico
Terceiro grau: Frígio
Quarto grau: Lídio
Quinto grau: Mixolidio
Sexto grau: Eólia
Sétimo grau: Lôcrio

Para que você possa entender melhor o assunto explicado procure estudar mais sobre Campo Harmônico. Agora você tem que sempre pensar nas escalas como uma unidade, temos os desenhos, mas todo o bloco é importante. O que vai acontecer muito com escalas é a mudança de região, mas tudo é feito matematicamente. Temos o campo harmônico original, onde seria a área de estudo e onde você não encontrará sustenidos, mas veja por exemplo, o campo harmônico de G.

G é claro está no primeiro grau que é da escala Jônio, então faça a escala Jônio sair da nota G na 6ª corda, e pronto você fez a transposição correta! E as outras escalas vão andar proporcionalmente. No campo já estarão escritas as posições, mas você pode fazer isso usando a lógica, onde termina uma, começa a outra e assim por diante! As escalas não mudam de ordem, elas mudam de região, tudo matematicamente. Sempre depois da Jônio virá a Dórico e depois da Dórico, Frígio e assim por diante! Por isso é muito importante decorar as escalas muito bem, para ter opções de vários desenhos. As trilhas, por exemplo, são nada mais nada menos que formas prontas de duas ou mais escalas juntas e são importantes para conhecer novas formas.

As Pentatônicas são um resumo dos Modos Gregos, "Penta" significa 5, elas são as 5 tônicas dos Modos Gregos, e cada Modo Grego têm a sua Pentatônica correspondente, e só dar uma olhada nos desenhos, e para usá-las é a mesma coisa, elas acompanham os Modos. Existe um truque para solar em "Blues", que seria o seguinte: o "Blues" tem uma sonoridade muito característica, para seguir adiante temos que entender a sonoridade, o quê torna o "Blues" tão peculiar.

O "Blues" basicamente é construído por acordes maiores, mais especificamente é só pegar os acordes do Primeiro/Quarto/Quinto graus, esses graus são todos maiores, e em qualquer campo harmônico tocando essa sequencia você terá uma "cadência Blues"!

A particularidade do "Blues" vem de um efeito harmônico muito interessante, o "Blues" então é criado basicamente por acordes maiores, o quê caracteriza se um acorde é maior ou menor (consulte formação de acordes) seria o intervalo de terça, e temos a terça maior para acordes maiores e a terça menor para acordes menores, para ter um efeito "Blues", é tocado junto com o acorde maior a terça menor desse acorde, por exemplo, vamos pegar a tônica de um "Blues" em um campo harmônico natural, o de estudo, a tônica do "Blues" estaria no primeiro grau, C, o acorde de C (Dó maior) é formado pela terça maior que é a nota E, toque junto a nota Eb, que é a terça menor, pronto esse é o efeito "Blues"( Blue Note). Note que na Penta Blues, a nota a mais que ela tem é exatamente o Eb!!

Mas ainda não é só isso, o que os guitarristas de "Blues" fazem é mais radical; por exemplo: um "Blues" no campo harmônico natural seria basicamente C/F/G, você de cara pode solar em, Modos gregos, Pentatônicas e Penta blues na posição original sem problemas, vai ficar bem legal.

Mas para ter o efeito "Blues" realmente, pegue somente a Pentâtonica e a Penta blues e faça andarem 1 tom e ½ à frente da posição original! Agora sim você estará solando com a sonoridade "Blues"! Mas o quê foi feito na verdade?

A idéia "Blues" é você tocar em cima de acordes maiores a terça menor da tônica do "Blues" certo? Agora vejamos, o tom do "Blues" natural é C, que escala faz parte desse tom? A escala Jônio, que é claro uma escala com desenho maior, andando todos os desenhos 1 tom e ½ a frente, que escala está agora em C? Seria a Eólia que é uma escala com desenho menor.Ou seja a idéia básica, que era tocar em cima de um acorde maior a terça menor, se estendeu para onde havia uma escala com desenho maior para agora uma com desenho menor,  não é demais?

O quê é muito importante dizer é que quando você desloca as escalas 1 tom e ½ à frente, só use Pentas e Penta blues e esse efeito é só para "Blues", ou para músicas que usem o primeiro, quarto e quinto graus do campo harmônico. Então veja que linha de raciocínio simples que você pode seguir agora! Imagine um "Blues" em E. A tônica de um "Blues" é sempre um acorde do primeiro grau. ENTÃO ESTE SERIA O CAMPO HARMÔNICO DE E. Um Blues nessa tonalidade seria formado basicamente por, E/A/B, (primeiro grau/quarto e quinto) a tônica do "Blues" é sempre o acorde do primeiro grau.

Você poderia usar a Jônio saindo de E, Modos gregos /Pentatônicas, e poderia também usar a Penta da Eólia em E, o que daria o efeito "Blues"! É o mesmo raciocínio para todos os campos. LEMBRANDO QUE, QUANDO VOCÊ PEGA A PENTA DA EÓLIA E ANDA 1TOM E ½ A FRENTE, TODOS OS OUTROS DESENHOS ANDARAM PROPORCIONALMENTE.  A IDEIA DE PEGAR A EÓLIA E SÓ PARA FACILITAR O RACIOCINIO.

Conclusão

Todos os desenhos de escalas são importantes. As escalas são formadas pelas mesmas notas, sendo a Jônio, Lídio e Mixolídio, desenhos "maiores" e, a Eólia, Dórico, Frígio, desenhos "menores". Lócrio desenho meio diminuto ou 5+. Efeito "Blues" é conseguido pelo deslocamento das Pentatônicas, Penta blues 1 tom e ½ a frente. Faça um estudo para decorar seqüências de acordes de diversos campos harmônicos, assim você poderá identificar mais rapidamente que campo está sendo usado por determinada musica.

07 maio 2013

Curso de violão e guitarra - As unhas no estudo do instrumento


Apertar uma nota corretamente próxima do traste do violão ou da guitarra, será mais difícil se as unhas da mão esquerda estiverem muito longas. Um bom teste é esticar a ponta dos dedos e apertá-las para baixo sobre uma superfície horizontal. Se alguma das unhas atingir a superfície antes da polpa do dedo, com certeza a unha precisa ser aparada. Violonistas e guitarristas que fazem dedilhados costumam ter as unhas da mão direita compridas o suficiente para tocar.

25 abril 2013

Curso de violão e guitarra - O violão de doze cordas

O violão de doze cordas é muito usado no country entre outros ritmos. Seu som cheio nada tem a ver com o de duas guitarras comuns em uníssono. Cada corda é dupla, num conjunto de seis pares. Vários intérpretes usam afinações diferentes. No geral, os dois primeiros pares mais agudos são dobrados em uníssono, e nos outros quatro a segunda corda é afinada uma oitava acima da principal. 

Curso de violão e guitarra - A guitarra ou violão clássico

A guitarra convencional de seis cordas teve origem na Itália, por volta de 1780. Em meados do século XIX, o fabricante de guitarras espanhol Antonio de Torres produziu um instrumento maior, cujas dimensões e estrutura são ainda usados hoje. No final do século XIX, Francisco Tárrega definiu grande parte do que se considera hoje como as técnicas clássicas padrão de execução. Contudo coube talvez ao virtuose Andrés Segovia, mais do que qualquer outro, a responsabilidade pela aceitação da guitarra ou violão como instrumento clássico.


10 abril 2013

Curso de violão e guitarra - As cordas


O tipo de cordas que você usa, afeta tanto o som como a capacidade de execução fluente da guitarra ou violão. Tanto as guitarras quanto os violões elétricos usam cordas de aço. Para melhores resultados, você deve usar cordas submetidas a “enrolamentos” de bronze, latão, ou outras ligas. O bronze produz um som mais claro, com timbre parecido ao de um sino. O calibre, ou espessura, de uma corda também é muito importante. As cordas mais leves são mais fáceis de tocar e de flexionar em bendings, mas dão menos volume e desafinam mais.

08 abril 2013

Curso de Violão - Saiba um pouco mais sobre o violão

Um dos instrumentos musicais mais populares do mundo, o violão é uma excelente forma de se iniciar na música. Existem violões feitos especialmente para os mais diversos estilos, do rock ao clássico. Na hora de escolher é bom estar atento à madeira utilizada e ao acabamento do instrumento, pois eles são fundamentais para definir a qualidade sonora do violão. No caso do violão elétrico, um bom captador, com opções de ajustes de som, como agudos, médios graves, é imprescindível.Conheça melhor alguns termos utilizados na descrição do instrumento:  
Captação
Instrumentos de captação passiva são aqueles em que a vibração captada das cordas pelos captadores é enviada diretamente ao amplificador praticamente sem tratamento eletrônico.
Instrumentos de captação ativa possuem um circuito (alimentado por uma bateria de 9 volts colocada geralmente na parte posterior do instrumento) que submete o som a tratamento antes de o enviar para o amplificador. Desta forma instrumentos com captação ativa possuem mais possibilidades de tratamento e variação dos timbres. O som resultante é mais limpo.
Embora haja hoje uma preferência por instrumentos de captação ativa, existem ainda correntes de músicos que preferem o som mais natural da captação passiva.


Equalizador
O equalizador permite a regulagem do som nos violões elétricos ou eletros-acústicos. Quanto mais bandas ou opções de equalização de agudos, médios e graves, melhor.

Violão Clássico
O violão clássico é feito de madeiras mais nobres e possui excelente sonoridade, normalmente é feito por luthiers.

Violão Acústico
O violão acústico ou "tradicional" é o modelo de violão simples, sem nenhum tipo de captação interna.

Violão Elétrico
Este modelo possui um captador e uma saída onde é encaixado um cabo que conduz o som ao amplificador, mesa ou caixa de som. O violão elétrico dispensa o uso de microfones.

Eletro-acústico
Este modelo possui captador e caixa acústica, ou seja, produz som tanto em seu estado natural quanto ligado à um amplificador.

Cordas Nylon / Aço
O encordoamento, como é chamado o conjunto de cordas do violão, também merece destaque. Pode ser de dois tipos: Nylon ou Aço. A sua escolha depende basicamente do estilo de música que você irá tocar em seu violão. Para MPB ou pagode, por exemplo, muitos músicos preferem o encordoamento de nylon, já para o Rock o mais comum é utilizar cordas de aço. Um jogo de cordas de guitarra ou violão, seja de aço ou nylon, tem sua durabilidade proporcional à qualidade, ao tempo de uso e a manutenção destas cordas. Limpar as cordas com um pano de algodão sempre que você acabar de tocar ajuda, pois evita o acúmulo de sujeira, suor e gordura que, com o tempo, danifica as cordas e, conseqüentemente, o timbre e a afinação de seu instrumento.

Cutaway
Diz respeito ao formato do violão. O formato Cutaway facilita o acesso às notas mais agudas do violão porque possui um pequeno corte. O contraponto é que existe uma pequena perda de volume, e na resposta dos graves.
Acabamento envernizado
O acabamento envernizado garante a proteção da madeira do violão, mantendo a qualidade sonora do instrumento.

Tampo / Lado / Braço
São as partes que compõem o violão. Deve-se ficar atento à madeira utilizada, pois ela é importante na definição das características e da qualidade do instrumento.

Formato
Existem diversos formatos diferentes; o violão flat possui caixa fina, têm menos volume desplugado, mas são mais leves e confortáveis de se usar, principalmente de pé. O violão folk, também conhecido como dreadnought possui um som mais versátil, pesado e metálico. Ele é muito utilizado nas baladas pop/rock, na música folk em si, e no rock em geral (como as canções de Neil Young, por exemplo). Esses violões possuem mais peso, mais médios e agudos. Os violões jumbo são grandões, largos e arredondados. Possuem um grave poderosíssimo, e uma boa separação entre médios e agudos, ideal para baladas blues, dedilhados e canções no estilo James Taylor, por exemplo, pois sua definição de timbre é bem presente.

Melhores Fabricantes
Procurem sempre adquirir violões de boa qualidade; listarei abaixo alguns fabricantes que recomendo e que você pode confiar:
Phoenix, Takamine, Fender, Crafter, Gibson, Tagima, Eagle, Yamaha, Condor, Marquês, Ibanez, Di Giorgio e Giannini.


IMPORTANTE

Nunca se esqueça de alongar bem antes de tocar para evitar lesões. Não estale os dedos; apenas alongue.


Trabalho e pesquisa realizados por Ludilan Tavares Marzano com o objetivo de orientar os iniciantes na música e os que estão interessados em adquirir um violão.

Nunca é tarde para se dedicar à música, nunca é tarde para sentir inigualável emoção! Música é arte, é vida!
Marzano, Ludilan.

19 março 2013

Como escolher uma guitarra ou violão

Para seu primeiro violão ou guitarra, é mais seguro ir a uma loja de instrumentos musicais conhecida, que comprar de segunda mão. Há violões e guitarras de todos os preços. O mais sensato é você comprar o melhor modelo que puder. Lembre, porém, que é comum achar um instrumento barato, mas difícil de tocar. Isso pode tirar a sua motivação para aprender e praticar. Veja abaixo alguns conselhos básicos para a hora da compra.

Verifique se o braço da guitarra ou do violão não está empenado. Segure a guitarra ou violão como se fosse um rifle e alinhe seu olho com a linha do braço. Você deverá ver uma linha reta, se houver qualquer dobra ou flexão, a afinação do instrumento é ruim. Se o braço do instrumento estiver empenado ou arqueado, o violão ou guitarra desafinará em certas notas. Nos casos mais graves, é quase impossível tocar.

Veja bem a “ação” da guitarra ou do violão, ou seja, verifique a distancia entre o alto do 12º traste e a parte de baixo de cada corda. Se ela for superior a 3 mm, será mais difícil apertar as notas ou prender os acordes.

Gire com cuidado as tarrachas – os seis cravos de afinação das cordas que ficam na ponta do braço. Se elas estiverem muito frouxas, a guitarra ou o violão, poderá ter dificuldade em manter a afinação.